Observar...
nesse subjetivo reflexo da realidade eterna da vida abundante, plena.
O que poderia haver debaixo do Sol de demasiado incrível aos meus olhos?
Aquele quem conheceu face a face a vida, não se alegra inútilmente com as brisas turbilhonantes do reflexo subjetivo da real dialética na essência das coisas.
Nada ha de maravilhoso ou formoso demais para mim!
Contudo, com tuas palavras me aprisionaste e me fizeste enfermar a alma.
Vírus do amor que se dissipa como doença contaminando todos os momentos da vida!
De que me vale a realidade subjetiva, se a essência das coisas me foi manifesta finalmente? Sim. De que me vale apenas observar se eu posso viver finalmente?
Agindo assim, eu te conheceria; agindo assim, eu dormiria em seus braços todas as noites. Porque pra mim o amor é o universo, e o universo o reflexo subjetivo da vida, e a vida você.
Rodrigo Arthur
12/01/12
11/01/12
O que você vê quando me vê?
O que você vê quando me vê?
Eu sou o que você pensa a meu respeito. Não como sou na essência, mas como apresento manifesto aos teus sentidos. Pois para que me conheças é necessário recriares dentro de ti uma imagem não fidedigna de como eu sou na verdade e exterior a ti. Sendo assim, eu sou tua interpretação, e ao mesmo tempo não sendo tua interpretação e nem eu mesmo, sou um eterno vir a ser no universo, pois nada é imutavelmente.
Eu sou o que você pensa a meu respeito. Não como sou na essência, mas como apresento manifesto aos teus sentidos. Pois para que me conheças é necessário recriares dentro de ti uma imagem não fidedigna de como eu sou na verdade e exterior a ti. Sendo assim, eu sou tua interpretação, e ao mesmo tempo não sendo tua interpretação e nem eu mesmo, sou um eterno vir a ser no universo, pois nada é imutavelmente.
10/01/12
Durante Algum Tempo
Durante algum tempo eu participei do jogo dos hipócritos. O homem quer duas coisas, perigo e jogo. Por isso a religião é tão interessante, o jogo mais perigoso. Participei do jogo deles, foram como degraus por sobre os quais tive que passar, mas pensaram que eu queria me aquietar sobre eles... rss Antes me carregavam sobre seus ombros e me enauteciam. Hoje me auscultam e minha virtude florece enquanto sou auscultado, enquanto me vêm passar por sobre eles... e são obrigados a me ver passar... rss A vida é bela quando vista do topo - no cimo da montanha, vendo a imúndicie da religiosidade e da política abaixo de mim - somente a integridade me pertence!
28/12/11
Falando Sobre Ateísmo e Religião
Algumas pessoas dizem que religião não se discute, eu não penso assim. Não vou dizer que tudo é discutível porque não vou discutir com você se frango caipira é mais gostoso do que frango de granja, não vou discutir gosto; mas o caipira é mais saudável e o de granja leva menos tempo para cozinhar. Com algumas pessoas, como eu por exemplo, é possível discutir religião, já outras podem apelar ou sair pela lateral. Interessante que as pessoas têm uma certa dificuldade para lidar com esse assunto sem se sentirem ofendidas e ofender, eu diria que tenho até certa facilidade. Até porque quando um cristão me evangeliza e não conhece bem a doutrina da sua religião, eu procuro explicar a doutrina pra ele, depois ele me dá abertura para falar o que penso sobre ateísmo e sobre as religiões (incluindo o cristianismo). Alguns me chamam até de espiritual, aí eu digo em tom de brincadeira que estão me ofendendo, mas me dão abertura pra falar do ateísmo e das falhas das religiões.
Quando falamos com um religioso não devemos imaginar que ele não sabe das falhas da religião dele, normalmente ele sabe, mas ele as aceita, tal como sabemos que a ciência não pode explicar tudo e às vezes corrige algumas coisas que erra pelo caminho e aceitamos isso numa boa. A diferença é que eles não costumam aceitar falhas da ciência e nós não costumamos acertar falhas da religião (mas não estou dizendo que é tudo igual, relaxa). Vou contar uma história: Certa vez uma cristã veio criticar o espiritismo, mas eu nunca fui espírita, ela dizia que algumas doutrinas espíritas são incoerentes, ilógicas, contraditórias, etc. Eu disse a ela, você analisa a religião dos espíritas com a razão, mas você analisa a sua com o coração. A doutrina da trinidade é coerente, lógica, e faz sentido? Seja sincera! Ela respondeu que não faz muito sentido, mas aceita pela fé. E eu disse, mas você aceita. Assim também os espíritas costumam analisar a religião deles com o coração e criticar as incoerências da sua. Ela sorriu e disse: "É Rodrigo, agora você falou tudo rs". Mas onde eu quero chegar com isso? A questão é que eles costumam saber sim das falhas de suas religiões, no entanto relevam isso. Porém eles fundamentam sua crenças em algumas bases irracionais, essas se forem desconstruídas levam a fé a uma colapso.
Estive conversando com uma cristã amiga minha sobre o natal e um assunto puxa outro. Ela sabia que o natal é uma festa pagã baseada em outros mitos mais antigos do que o próprio cristianismo, mas não sabia que a estória de Jesus foi baseada principalmente na de Horus, eu entrei nesse assunto com ela pensando que ela soubesse. Ela ficou chocada, ela mesma disse que estava chocada porque as histórias (ela diz história, eu estória) dos dois são idênticas. Algumas falhas de suas religiões as pessoas aceitam, mas sempre existe a base que sustenta a crença e se essa for removida... adeus crença. Claro que não é minha intenção desconverter ninguém, não me importa o que as pessoas acreditam ou deixam de acreditar, cada um cuida de sua vida como bem entende. Eu só tento desconverter quando vejo que a religião prejudica. Peguemos por exemplo o caso da cristã que apanha do marido e não separa dele porque o cristianismo só aceita divórcio motivado por infidelidade. Claro que eu vou tentar livrar essa mulher da fé que ela sustenta porque está prejudicando-a.
Voltando ao assunto que eu pretendia falar. Bom, considero muito bom quando o indivíduo dá abertura pra falar de religião e faz isso como quem fala de futebol por exemplo. Eu não torço pra times de futebol, mas sempre vejo os caras falando "seu time perdeu", "mas o seu perdeu pra fulano", "meu time ganhou do seu", e ficam zombando uns aos outros amigavelmente. O que é mais comum entre homens, essa coisa de zombar é mais aceita entre homens. Vou citar um exemplo interessante. Um cara chega pro amigo e chama ele de corno, o outro chama ele de cachaceiro e os dois se abraçam e não se importam com isso, sempre vejo acontecer. Mulheres não costumam gostar de brincadeiras assim. Mas então, vamos supor que você tenha amizade suficiente e liberdade suficiente pra falar de religião com seu amigo nesse tom de descontração, de brincadeiras, de competição de futebol e que os dois levam isso numa boa. Eu gosto é disso. Tenho um amigo que ele diz que sou à toa, eu digo que ele é a mulher do padre, e nós damos risadas e tudo bem. Mas também sentamos pra discutir ateísmo e religião seriamente às vezes, e são diálogos produtivos. Existe essa liberdade pra dialogarmos, e é assim que entra a possibilidade de você esclarecer o que é o ateísmo. Precisamos falar sobre o ateísmo, as pessoas pensam que ateísmo é uma revolta contra deus e querer ser intelectual. Precisamos esclarecer do que se trata realmente o ateísmo, isso é assunto pra outro post.
Com a maioria das pessoas você precisará de certo tato para expressar suas opiniões sobre ateísmo e religião, e com essas pessoas não adianta você só chegar e dizer que a bíblia se contradiz e que o deus delas é um zumbi porque elas ficarão ofendidas, apenas isso. Não adianta. Melhor não falar do ateísmo pra alguém do que perder a amizade, talvez quem sabe com o tempo a pessoa dê abertura? Não somos obrigados a falar do ateísmo, não temos esse dogma. Talvez alguém diga que tem seu direito de livre expressão do pensamento ateu e eu concordo, porém prefiro me calar do que fazer inimizade. Claro que se o sujeito que te escuta for seu amigo realmente ele deverá te escutar sobre o ateísmo numa boa, e vale à pena manter amizades falsas? Mas todo mundo sabe como é difícil ter amizades verdadeiras e você tem o direito de liberdade de expressão. Se a pessoa prefere falar, eu respeito da mesma forma. Cada pessoa é de um jeito, devemos respeitar e admiro a multiforme exuberância da natureza, fez cada pessoa de modo diferente.
Bom, existem pessoas para quem eu jamais falaria do ateísmo e espero que me compreendam. Certa vez eu estava no orkut desconstruindo a bíblia e um rapaz comentou algo que me fez parar de fazer isso. Ele disse que é ex-dependente químico e que só conseguiu isso através da igreja, que se a bíblia for um mito ele vai voltar pras drogas, e disse que estava chorando. Eu parei de desconstruir a bíblia naquele momento, não quero estragar a vida de ninguém. Passei a falar sobre como ateus costumam lidar com isso e das responsabilidades que se tem por ser livre de dogmas para pensar e agir. Tentei explicar como um ateu lidaria com isso e até disse que cada ateu lidaria de um jeito diferente.
Durante séculos os ateus têm sido perseguidos, humilhados, execrados, silenciados, agora finalmente estamos tendo abertura para defender nossas ideias mesmo contra a vontade dos religiosos. Não devemos permitir que a fé triunfe sobre a razão, precisamos falar e falar com embasamento. Às vezes vejo na internet uns ateus super empolgados e questiono a eles sobre a origem do universo, evolucionismo, (etc) mas não sabem me responder. Se você não souber responder essas perguntas a um cristão você passará vergonha e ele ainda sairá falando que refutou um ateu. Debate, dialogue, divulgue o pensamento ateu, isso é importante para que sejamos aceitos na sociedade. Não se esconda, conte para seus amigos e família se perguntarem. Se eles realmente te respeitam entenderão numa boa o fato de você ser ateu.
Pensem bem sobre como, quando, onde, para quem falar sobre o ateísmo. Essas questões são importantes para não sermos mal compreendidos e também para sermos aceitos. Existe muita crítica contra os ateus dizendo que somos "religiosos ateus fanáticos" e sabemos que não é bem assim, mas eles não sabem e precisam perceber disso. Pense bem, dê a sua opinião, comente como você se comporta ao falar sobre ateísmo, comente sem medo de condenação.
Homossexualidade Antinatural?
"As pessoas ignorantes esquecem que a natureza não é uma só, ela é multiforme. A natureza que cria o homem e a mulher, também cria o gay, a lésbica, e o hermafrodita. E isso não é só entre os humanos, haja visto que há homossexualidade e outras coisas também entre animais. Não, ser homossexual é antinatural... - E quem foi o estúpido que inventou que tudo que é natural é bom? Por acaso tsunami é bom? Ah mas ser gay é antinatural e por isso é ruim... tal como computador e remédio pro coraçao não são naturais e são ruins também? Caixa preta do demônio!" By Rodrigo Arthur
27/12/11
Esta Rosa
Tanto ateus, como também racionais, fomos ensinados a ser exemplos e perfeitos em tudo. Ao custo da própria vida se preciso for. Uma indescritível fidelidade para consigo! Eu, ateu por consciência e por definição, vivo um paradoxo por não acreditar nos nocivos sofismas das religiões seguidas por meus antepassados, sangue do meu sangue. Se faz necessário pagar um alto preço, tão monstruoso, tão apavorante, capaz de lançar calafrios até mesmo em quem apenas me contempla a face.
Somos auscultados, mas não desistimos; perseguidos e não desistimos; rejeitados e não perdemos a doçura. Esta rosa precisa ser esmagada para exalar o seu perfume mais intenso. Que seja levada pelo vento, võe alto e espalhe sua fragancia.
Nada se compara a sensação de ser livre para consigo. Meu mundo é surreal; um encontro entre o físico e o fantástico. Essa é a minha realidade, o meu assombro, e tudo o que importa. Sozinho no cimo da montanha, tendo a fé e a devoção abaixo de mim - somente essa integridade me pertence!
Eu vivo cada dia como se ele fosse o último e desejando ardentemente que não o seja. Ética e amor ao distante são inevitáveis! Quando um homem perde todas as suas fantasias, encara a frio o que somos. Sem heróis, ilusões, desejos de recompensa. Ética e amor ao distante sem peso de consciência. Essa é a minha vida, essa é a minha história, essa é a minha arte. Não há direito a rascunho aqui. Tudo que traço fica pra posteridade.
Eu cresci na igreja. Minha avó se converteu ao protestantismo quando eu tinha dois anos e ela me levava com ela. Estudei em colégios cristãos (católicos e protestantes), fui zeloso para com meus dogmas ao ponto de dar meu primeiro beijo pouco antes de fazer 19 anos. Até cheguei a estudar Teologia e queria ser pastor. Mas algo estava errado e isso se tornou muito nítido quando fui estudar Teologia. Ao longo dos anos, antes de eu estudar Teologia muitas coisas me pareciam estranhas, mas eu evitava agir de acordo com a lógica e até me privava de seguir meus sentimentos para não ser infiel aos dogmas que eu havia aprendido. Estudando Teologia foi que tudo começou a fazer mais sentido. A questão não era a fé, os dogmas; as religiões são respaudadas no poder e dinheiro.
Me lembro quando eu tinha uns 15 ou 16 anos e tinha muitos problemas respiratórios. Um pastor com "dom de cura" convidou os doentes para subirem no púlpito e receberem oração. Eu fui lá. Depois que ele orou por mim me perguntou no microfone se eu estava curado, mas eu continuava sentindo dor e sem conseguir respirar direito. Foi o que respondi a ele, na frente de 3 mil pessoas. Ele disse, tenta respirar, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa ele disse "você está respirando muito bem, pode ir que deus te curou". Foi aplaudido e eu fui zombado depois por ter recebido o milagre pela fé dele, não pela minha. Milagre que de fato eu nunca recebi, continuo com problemas respiratórios até hoje. Depois, conversando com amigos de outras igrejas, me contaram sobre escândalos sexuais do tal pastor e que ele pagava pessoas pra se fingirem de doentes. Eu achava estranho, mas não queria deixar de acreditar no poder curador de deus. Só deixei realmente de acreditar quando estudei Teologia e entendi que tudo era apenas um espetáculo para enganar pessoas inocentes, esposas fragilizadas, e obter satisfação pessoal e financeira encima dessas pessoas.
Eu pregava o evangelho, sempre recebia convites e até ganhei uma bolsa de estudos pra estudar no USA. A bolsa eu recusei, já não queria mais participar dessas coisas. Todos me diziam que eu seria um grande pastor porque eu pregava muito bem, decorava versículos e tinha interesse especial pelos manuscritos da bíblia. Mas eu não queria mais, o evangelho é muito antinatural, prejudica a psiquê das pessoas e às vezes até fisicamente. Meu tio por consideração certa vez pregou em uma igreja que mulher podia corta cabelo e usar calça, quase morreu linchado por causa disso e num mais pisou numa igreja. A igreja fermenta o ódio, e ao mesmo tempo cria uma anarquia nos sentidos do ser humano por fazer com que ele renegue seus instintos naturais benéficos como autopreservação e até mesmo fazer amor ou sexo como se diz vulgarmente nas igrejas pois demonizam o ato em si. Eu sou um dos que foram prejudicados. Hoje, ainda tenho depressão por causa da anarquia que o evangelho criou em meu sentidos. Segundo psiquiatras eu terei que tomar remédio pra depressão o resto da vida, tenho depressão desde os 15 anos.
Eu aprendi muito com Jesus e livros de Teologia. Ele (se é que existiu porque as provas que existem foram forjadas) dava a outra face para quem o feria. Quem observasse algo assim sentiria pena dele e veria o agressor como um monstro. Mesmo que Jesus tenha destruído coisas no templo como em João capítulo 2 a apartir do versículo 14 ou xingando judeus de filhos do diabo como em João 8 .44. Fato é que ele era um grande manipulador de massas e eu passei a vida inteira lendo a bíblia. O peso na consciência, entendi cada vez melhor, faz com que a pessoa culpada sinta-se na responsabilidade de recompensar quem ela ofendeu e assim doar mais para a igreja. Eu entendi tudo, mas não preguei tudo. Pregava assuntos que considerava menos nocivos e que não fossem prejudicar a vida das pessoas, não queria roubá-las usando o evangelho. Mas eu só tive essa consciência quando estudei Teologia, antes disso eu pregava tudo que a bíblia ensina e até distorcia textos para dizer que eles não se contradiziam.
Eu teria sido um grande pastor. Ganhado muito dinheiro às custas dos ignorantes e feito sexo com suas esposas por ocupar um lugar de destaque na igreja. Mas eu não podia fazer isso. Eu não podia fazer com que outras pessoas fossem enganadas tal como eu fui e sofri. Ainda tentei levar isso a diante como muitos amigos fizeram, tentei, preguei e pensei em ser pastor para desfrutar de tudo isso. Mas eu não tive coragem. Eu sei o que é ter a mente destruída pelo evangelho, sei o que é tomar chifres porque uma ex tinha casos com pastores. Ela nem me beijava, achávamos que era pecado, mas dormia com vários pastores e eu descobri. Eu a perdoei quando soube e pensei que ela poderia mudar, mas não aconteceu e hoje ela ainda vem atrás de mim mesmo ela tendo namorado.
A igreja serve mais é pra criar confusão, perseguir quem pensa diferente. Eu estava no seminário e um pastor me chamou pra tomar café em minha casa, ele tinha liberdade. Tomamos café e conversamos sobre meus questionamentos, ele disse que eu o lembrava Nietzsche porque segundo ele eu era questionador e poeta. Ele me perguntou se eu já havia lido Nietzsche, mas eu nunca tinha lido. Então fui ler e me encontrei revirando as páginas, decifrando as frases, atrás da literatura.
Hoje, tempos depois, eu me apego à Ciência. Sei que nunca terei uma vida normal por causa de todas as coisas nojentas e traumatizantes que vivenciei nas igrejas por onde preguei e freqüentei. Sempre terei que tomar remédios e ter acompanhamento psiquiátrico para saber conviver com isso. Mas estou livre e já posso voar. Meu mundo é surreal; um encontro entre o físico e o fantástico. Essa é a minha realidade, o meu assombro, e tudo o que importa. Sozinho no cimo da montanha, tendo a fé e a devoção abaixo de mim - somente essa integridade me pertence! A multiforme exuberância fantástica da natureza fui compreendendo cada vez melhor. Não quero mais outra vida. Eu encontrei a paz no seio da Ciência.
26/12/11
Tempo de Descanso?
Todos nós precisamos de um tempo para descanso, esquecer dos assuntos elevados, demasiado profundos. No entanto, não é possível negar-se e para que eu me negaria? Neles estão o meu prazer, o meu conforto, feixe de luz solar que toca o rosto ao amanhecer. O prazer cresce e o conhecimento floresce à medida em que exercemos a intelecção.
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