Observar...
nesse subjetivo reflexo da realidade eterna da vida abundante, plena.
O que poderia haver debaixo do Sol de demasiado incrível aos meus olhos?
Aquele quem conheceu face a face a vida, não se alegra inútilmente com as brisas turbilhonantes do reflexo subjetivo da real dialética na essência das coisas.
Nada ha de maravilhoso ou formoso demais para mim!
Contudo, com tuas palavras me aprisionaste e me fizeste enfermar a alma.
Vírus do amor que se dissipa como doença contaminando todos os momentos da vida!
De que me vale a realidade subjetiva, se a essência das coisas me foi manifesta finalmente? Sim. De que me vale apenas observar se eu posso viver finalmente?
Agindo assim, eu te conheceria; agindo assim, eu dormiria em seus braços todas as noites. Porque pra mim o amor é o universo, e o universo o reflexo subjetivo da vida, e a vida você.
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